Quem há de levantar a voz
no meio do coro de gemidos
do mar de corpos
ungidos
pelo mel e leite
que lhe são inerentes?
E dizer
Qual prazer
é certo
qual é incerto
qual é errado
qual é pecado
qual é obrigatório
Quem quer que
ocupe sua boca
com palavras ocas
sobre o que um Ser
deve ser livre para fazer
Tem a boca desocupada
E portanto não sabe nada
Sobre o verdadeiro prazer
Ou sobre a initimidade do Ser
E por não conhecer o que diz
Como pode saber a verdade?
E se soubesse
O que garante que
A verdade é a mesma prece
para tantos corpos diferentes?
Somos todos mortais
Há lendas que dizem
que nem mesmo Deuses
são imortais
Quão enorme
é a arrogância
de interromper
beijos apaixonados
para julgar os toques
e dizer quais os apropriados!
Qual doença
que se abateu neste
que possui tão forte crença?
Ó divino coro de súplicas e gemidos
A estas vozes arrogantes, não deem ouvidos
Riam-se delas como uma criança ri de si mesma
E continuem sempre plenas
O que a Divina Criança inventou
nessas corporais brincadeiras
Aqui onde os samadhis são sorrisos
Aqui onde os toques são kripas
Aqui onde Amor é olhar
Aqui onde corpo é altar
E Deus será desnecessário
Quando a comunhão completa for um fato
Em cada corpo que cada corpo alcançar
- Satya Devi
no meio do coro de gemidos
do mar de corpos
ungidos
pelo mel e leite
que lhe são inerentes?
E dizer
Qual prazer
é certo
qual é incerto
qual é errado
qual é pecado
qual é obrigatório
Quem quer que
ocupe sua boca
com palavras ocas
sobre o que um Ser
deve ser livre para fazer
Tem a boca desocupada
E portanto não sabe nada
Sobre o verdadeiro prazer
Ou sobre a initimidade do Ser
E por não conhecer o que diz
Como pode saber a verdade?
E se soubesse
O que garante que
A verdade é a mesma prece
para tantos corpos diferentes?
Somos todos mortais
Há lendas que dizem
que nem mesmo Deuses
são imortais
Quão enorme
é a arrogância
de interromper
beijos apaixonados
para julgar os toques
e dizer quais os apropriados!
Qual doença
que se abateu neste
que possui tão forte crença?
Ó divino coro de súplicas e gemidos
A estas vozes arrogantes, não deem ouvidos
Riam-se delas como uma criança ri de si mesma
E continuem sempre plenas
O que a Divina Criança inventou
nessas corporais brincadeiras
Aqui onde os samadhis são sorrisos
Aqui onde os toques são kripas
Aqui onde Amor é olhar
Aqui onde corpo é altar
E Deus será desnecessário
Quando a comunhão completa for um fato
Em cada corpo que cada corpo alcançar
- Satya Devi
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