1.23.2016
Uma luta épica.
O Dragão Negro estava no topo da torre soltando fogo, bravo como só os animais selvagens sabem ser. A guerreira voava em algum tipo de artefato mágico, ao qual se agarrava, mas não se podia ver muito bem na distância.
Na base da torre, um lago. Largo e de águas translúcidas, mas pouco podia se ver, tudo era escuro e vermelho na presença do Dragão.
A guerreira, bem próxima ao lago, desafiou o o dragão enfurecido com alguma fala, que mergulhou voando em sua direção. Ele poderia devorá-la em uma só bocada. Quando ele estava a toda velocidade em direção a ela, bem perto, ela saiu voando lateralmente a toda velocidade. O Dragão não teve tempo de corrigir sua rota e caiu no lago, que ao contrário do que se pensava, era raso como uma poça d'água e tinha em seu fundo uma rocha lisa e dura. A pancada fez o solo tremer e estraçalhou a cabeça gigante do Dragão, que morreu na queda.
A guerreira saiu voando, quase aliviada, mas percebeu mais alguém a acompanhava além de seu amigo. Um filhote daquele Dragão Negro, apoiado em seus ombros, amável e obediente, como um animalzinho de estimação, sorria-lhe com os olhos. . Foi então que percebeu que o Dragão, era Draga, uma fêmea, e mãe deste filhote, que agora a assumia como algum tipo de mãe ou líder. Um dia, aquele serzinho fofo seria do tamanho e Fúria daquele outro que ela acabara de matar...
- E com esse? O que fazemos? - perguntou a guerreira ao seu amigo. Mas ele não tinha uma resposta.
E então, acordei.
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